Os 4 P’s do Marketing

Os 4 p's do marketing

Também chamado de Composto de Marketing ou Marketing Mix, os 4 P’s são o conjunto de variáveis que determinam o posicionamento do produto no mercado, de acordo com o estudo do professor Jerome Mc Carthy (1978), que separou e classificou as quatro categorias. O Marketing Mix é composto por produto, preço, praça e promoção. Este composto mercadológico foi definido por Philip Kotler em 1998 como “o conjunto de ferramentas e estratégias que a empresa usa para atingir seus objetivos de marketing no mercado-alvo”.

Produto

O produto por ser físico ou um serviço, é aquilo que é oferecido aos consumidores. Nos dois casos, há uma necessidade de se atentar ao que se refere em cada produto, no caso dos serviços é preciso observar aspectos como local, tipo de serviço, condições de trabalho, entre outros. Já os produtos físicos aspectos como função, embalagem, design, aparência, acabam sendo os objetos de estudo.

Outra coisa a ser observada é o ciclo de vida do produto, desde sua introdução no mercado, ascensão, declínio, até a sua retirada.

Preço

Essa etapa é mais abrangente, pois depende de diversos fatores sobre o produto para se chegar a uma definição de preço, como o segmento de mercado, perfil do consumidor, aspectos culturais, regionais, dentre outros fatores que podem comprometer de alguma forma os valores.

Existem várias estratégias para definir o preço de um produto ou serviço, mas é preciso um estudo aprofundado sobre o que tange os valores a serem introduzidos no mercado, como financiamento, crediário, prazo médio, descontos, condições de pagamento, entre outros.

Praça

Categoria que define onde será comercializado o produto, onde será vendido, como chegará ao consumidor. Os pontos de venda, como são chamados, são os canais de distribuição e logística que fazem parte do estudo que envolve a cobertura e abrangência de áreas de atuação.

É importante ter um controle aprofundado de estoque e transporte, utilizando como base as cinco vertentes: fluxo de informação, fluxo de propriedade, fluxo de pagamento, fluxo físico e fluxo de promoção. Assim é possível analisar os melhores locais para a distribuição de seu produto.

Promoção

Promoção refere-se à publicidade do produto, ou um conjunto de estratégias de relações públicas, trade-marketing e propaganda voltada à promoção no mercado-alvo. Através da promoção é possível criar conceitos e posicionamentos sobre a marca, despertar necessidade de compra, desejo e fidelidade.

Para que as ações definidas nas estratégias funcionem, é preciso fazer uso constante da ferramenta de relações públicas, é ela que dá suporte perante o cliente através de ações institucionais, criando facilidade na análise de mídias a serem utilizadas através do estudo dos hábitos do consumidor, otimizando campanhas de acordo com cada tipo de público.

Hoje em dia existem alguns outros P’s introduzidos não oficialmente neste estudo, visando estreitar cada vez mais as relações de troca. Estudos que envolvem psicologia, finanças, dados demográficos e muitos outros fatores que determinam as tendências de mercado, fatores esses que influenciam diretamente e positivamente na criação e otimização de produtos, serviços e novas soluções de negócios pelo mundo todo.

Referências: 
“Marketing Management” *2006 – Kotler, PHILIP & Keller, KEVIN

“OS 4Ps DO COMPOSTO DE MARKETING NA LITERATURA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO” *2000 – Angélica do Amaral, SUELI

Arquivo FMU -* 2015

www.comosermaiscriativo.com

O que é Marketing?

Basicamente, a definição de marketing seria como uma combinação de estratégias e ações que visam facilitar um processo de troca. Mas podemos dizer que Marketing em si não é nada básico em sua definição, de fato, entendendo cautelosamente quais os conjuntos de ações dentro das estratégias devem ser estudados, e quais são pontos que devem ser observados para aplicar essas ações, o processo de troca é facilitado pelo conjunto de informações reunidas neste planejamento.

Philip Kotler e Kevin Lane keller, autores do livro “Administração de Marketing”, conhecido também como a bíblia do marketing, tem uma visão mais aprofundada e ao mesmo tempo mais clara sobre essa definição: 

“Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro.”

Outros especialistas acrescentam que o marketing é o responsável direto na segmentação do mercado e na criação de novos mercados, encontrando novas oportunidades ou criando novos produtos inovadores que atendem a certas necessidades ou problemas.

Para isso é extremamente necessário um planejamento junto a uma equipe de pesquisa e desenvolvimento para preparar um plano eficiente e assertivo.

Em um todo, o marketing contextual refere-se a estreitar o contato direto com consumidores individuais, com a finalidade de obter respostas precisas e relacionamento contínuo com o possível cliente.

É necessário buscar entender as pessoas holisticamente, ou seja, por completo, captar o que pensam e o que sentem, indo além das respostas imediatas, procurando sensações e emoções por trás dos comportamentos e motivações.

Também é extremamente importante levantar dados sobre vínculos que se estabelecem com marcas, produtos e serviços, identificando o imaginário que compõe a percepção do universo cognitivo que cerca as várias instâncias do relacionamento humano, como aspectos emocionais inconscientes envolvidos nas atividades, escolhas e interações do dia a dia.

Segundo Kotler, posicionamento de mercado é um dos fatores fundamentais na hora de se desenvolver um bom planejamento estratégico de marketing.

É preciso definir em qual posição seu produto se encontra no mercado, para isso é necessário segmentar o seu mercado-alvo e entender a jornada de compra de seus consumidores.

Isso está ligado aos 4 P’s do Marketing: preço, praça, produto e promoção. Referem-se aos empenhos da marca/empresa em como atender as necessidades de seus futuros clientes.

Para Kotler, posicionamento de mercado é “a ação de projetar o produto e a imagem da organização com o fim de ocupar uma posição diferenciada na escolha de seu público-alvo”.

Referências: 
“Marketing Management” *2006 – Kotler, Philip & Keller, KevinNova Escola de Marketing  *2017 – Rez, Rafael

O que é AIDA

AIDA, é um princípio do Marketing para atrair e fidelizar clientes

“AIDA”, acrônimo para “atenção, interesse, desejo e ação”, é um dos mais importantes conceitos do Marketing. Ao longo das quatro etapas do processo, a atração e a fidelização do público-alvo devem ser trabalhadas pela marca de maneira assertiva.

“A”, de “atenção”: tudo começa aqui. Afinal, se você não conquista a atenção do público, não poderá sequer desenvolver os próximos passos. Para isso, vale entender com quem você está falando: o público é feminino, masculino ou misto? Quais as classes sociais? E a faixa etária, a escolaridade? Há interesses prévios reconhecidos, como atividades, hobbies etc.? Tudo isso auxiliará no que (além de como) se pretende comunicar e, consequentemente, no propósito de atrair o espectador, o leitor, o ouvinte e assim por diante. Uma vez definidas essas questões, a comunicação precisa ser clara, objetiva e consistente.

“I”, de “interesse”: uma vez atraído, o público tem de permanecer atento ao que é comunicado. Assim, é necessário dotar o discurso de ainda mais significado para aquele grupo. Neste momento, desenvolver o tema, acrescentar informações relevantes, fazer perguntas retóricas que tenham uma recepção positiva por parte dos potenciais clientes, entre outras táticas, auxiliam a despertar o real interesse pelo assunto abordado.

“D”, de “desejo”: se interessado de fato pelo que se comunica, o grupo receptor passará a desejar o produto ou serviço ofertado. O desejo move o ser humano nos mais diversos sentidos, e isso é uma realidade também em termos comerciais. É preciso convencer as pessoas dos benefícios do que está sendo comercializado, de como isso trará prazer, satisfação, facilidade – sempre que possível, com o auxílio de recursos que atestem a credibilidade da marca (por meio de reviews ou depoimentos de clientes, por exemplo). Nos tempos em que vivemos, quem resiste à possibilidade de um dia a dia mais prático e feliz?

“A”, de “ação”: com a atenção, o interesse e o desejo dos potenciais clientes conquistados, parte-se para a última etapa do processo. A ação consiste no propósito maior, ou seja, em fechar negócio, preferencialmente com facilidades para o público, como de pagamento e pós-venda. Aqui, é importante fornecer o que se abordou até então, para que todas as partes envolvidas se sintam satisfeitas: o consumidor, com a entrega prometida e cumprida; o anunciante, com a realização de seu objetivo. Essa conversão, já alcançada, pode agora transformar-se em fidelização, num movimento contínuo de relacionamento com os clientes.

Quanto mais segurança o público tiver, em todas as fases do processo, maiores serão as chances de sucesso da marca. Por isso, é muito importante entender o público, a atuação da concorrência e todas as vantagens reais do produto ou serviço ofertado, enfatizando-as e enriquecendo a experiência de compra do consumidor. Entendeu o que é AIDA?

O engajamento e seu papel para o sucesso das marcas

O termo “engajamento” é comumente utilizado no universo do Marketing. Com o advento das redes sociais, ele se tornou ainda mais presente, uma vez que essas plataformas aproximam marcas e consumidores como nunca antes.

Podemos definir o engajamento como um amplo envolvimento do consumidor com uma marca. O cliente não apenas compra um determinado produto; ele o deseja, cria uma ligação emocional com o bem ou serviço, defende a empresa, comenta positivamente na internet sobre sua experiência, enfim, torna-se um entusiasta daquilo.

Desde o boca a boca até as resenhas on-line, o engajamento é extremamente positivo para uma companhia. Ao atestar seu vasto relacionamento com a marca, o cliente convence outros a conhecê-la, consumi-la, viver experiências. O vínculo entre pessoas e empresas não apenas aumenta as vendas e faz com que o negócio se expanda, mas também contribui para a percepção da sociedade sobre ele – e, em se tratando de Marketing, imagem é um fator que deve ser sempre levado em consideração.

A relação de confiança simbolizada pelo engajamento é um dos grandes bens de uma empresa. Se qualidade e transparência são essenciais para uma intensa conexão entre pessoas e empresas, a interação com os clientes é primordial para o engajamento. Assim, marcas que fazem parte do dia a dia do consumidor, especialmente na internet, tendem a promover um relacionamento mais próximo e, consequentemente, de maior convencimento.

É nesse contexto que retornamos às redes sociais. Por meio delas, cada empresa conta com um universo de possibilidades de interação. Assim, o conteúdo nessas mídias deve ser relevante, a partir de um completo planejamento digital. Faz-se fundamental conhecer o público e entregar a ele informações, dicas, formas de entreter com as quais ele se identifique. Ao receber novos fãs, curtidas ou comentários, ter posts compartilhados, promover enquetes, responder com agilidade a mensagens públicas e privadas, a marca fortalece seu desempenho e, desse modo, o engajamento do público.

Todo esse processo deve ser permanentemente atualizado, de olho nas tendências de mercado e de comunicação. Para que o engajamento seja conquistado e permaneça, é necessário pensar na atuação da empresa em curto, médio e longo prazos, a partir de sua missão, visão e valores. A confiança estabelecida entre o consumidor e a marca é um laço que precisa ser trabalhado todos os dias, tornando-se cada vez mais forte.

E a sua marca? Adota mecanismos que levem a um maior engajamento? Tem um plano consistente para as redes sociais, busca produzir conteúdos de interesse do target, responde a perguntas e comentários com atenção, respeito e rapidez? Conta com ferramentas de medição de resultados on-line, além de fazer uma análise minuciosa dos aspectos quantitativos e qualitativos? Vai até mesmo além de tudo isso, oferecendo outros canais práticos de comunicação, como o WhatsApp?

Seja qual for o ramo do seu negócio, é inevitável considerar as redes sociais como meios importantes para engajar o público. E nunca é tarde para rever ou melhorar a atuação da sua empresa, on-line e off-line, influenciando pessoas e convertendo-as em verdadeiros agentes defensores da marca.

O que é Nicho de Mercado

Um nicho de mercado é um subconjunto de um mercado maior, com suas necessidades ou preferências particulares, que podem ser diferentes do mercado maior. Por exemplo, no mercado de calçados femininos, há muitos nichos ou segmentos diferentes. Sapatos para mulheres veganas seriam um nicho de mercado, sapatos para enfermeiras ou até mesmo sapatos para trabalhos pesados. Todos seriam nichos de mercado dentro do maior mercado de calçados femininos.

O que ele faz?

Quase todo mercado pode ser mais refinado, ou dividido, pelas necessidades e preferências particulares de seus constituintes. Algumas das formas mais comuns de definir um nicho são baseadas em:

  • Preço (alto, moderado, desconto)
  • Base demográfica (sexo, idade, nível de renda, nível de escolaridade)
  • Nível de qualidade (premium, alta, moderada, baixa, barata)
  • Psicografia (valores, interesses, atitudes)
  • Geográfico (a localização precisa do comprador)

Marketing focado em um nicho

O marketing focado em um nicho é muito mais preciso do que para um mercado amplo, já que um nicho tem muito mais em comum em termos de necessidades, desejos ou preferências. Vender bolsas é um mercado enorme, por exemplo, e há muitos nichos com muitos usos diferentes para uma bolsa. Você pode ter novas mamães que querem uma bolsa que possa ser usada como bolsa de fraldas, você pode ter estudantes universitários que precisam de uma bolsa para guardar seus livros, mulheres que precisam de uma bolsa para segurar o telefone, chaves e cartões de crédito, enfim…

Mas compreender as diferentes necessidades de cada nicho possibilita falar diretamente com eles em seu marketing – você terá uma chance maior de atrair a atenção do comprador e conquistar seus negócios, deixando claro que seu produto é para eles especificamente.

Marketing 5.0: emoção e sentido na relação entre marcas e pessoas

Entender o Marketing 5.0 é entender a evolução do próprio Marketing. Durante décadas, a relação das marcas com os clientes resumiu-se à dicotomia de compra e venda, na composição mais primitiva da sociedade de consumo. Oferta e demanda bastavam-se, isto é, um produto era útil para determinada necessidade e, dessa forma, dava-se sua comercialização.

Ao longo dos anos, mais e mais produtos e serviços – assim como mais e mais marcas para as mesmas categorias de bens de consumo – surgiram, o que, por si só, passou a fazer com que as empresas começassem a rever certos conceitos e formas de comunicar. Essa evolução, com todas as suas nuances, trouxe-nos até aqui: ao Marketing 5.0.

Mas o que define esse conceito? Em termos gerais, a relação mais próxima, emocional, sensorial, dos consumidores com as marcas.

Hoje, não basta que as empresas ofereçam um produto ou serviço útil. É preciso muito mais – até porque a variedade de opções se faz imensa. O produto ou serviço precisa vir acompanhado de valores. Os clientes querem consumir aquilo que desperta neles as emoções, os sentidos. Marcas que tenham responsabilidade com a sociedade na qual estão inseridas, sendo as mais conscientes possíveis. Empresas que respeitem o cliente em sua totalidade, e não apenas quando lhes convém.

Com a internet e a democratização da informação, os consumidores ganharam voz. As marcas que, ainda hoje, não atentam para isso estão desperdiçando a chance de se inserir no conceito 5.0. As consequências podem ser avassaladoras: críticas negativas on-line, centenas ou milhares de processos, perda de confiança e de vendas, queda nas ações, falência. A voz de um internauta ecoa na voz de tantos outros, e essa amplitude pode ajudar na construção ou na destruição de uma marca.

Assim, quando uma empresa torna claro que se preocupa com as pessoas, com o meio ambiente, com os direitos dos animais, praticando de fato o discurso, ela tende a ser admirada. Com isso, engaja o consumidor pelas convicções, pela ética. Esse consumidor, então, se tornará um verdadeiro fã da marca, desejando-a e influenciando outros. Tudo isso, em grande escala, compõe a percepção da sociedade sobre determinada companhia e o que ela oferece.

De modo similar, se a empresa promove, além do produto ou serviço em si, uma experiência a mais – por exemplo, de realidade aumentada ou de estímulo aos cinco sentidos –, ela mostra que está antenada e se reinventando a cada dia. Isso faz com que se destaque e, da mesma forma, aproxime, engaje, apaixone.

Somos seres emocionais e curiosos. O belo, o verdadeiro, o novo nos instigam, e o Marketing 5.0 canaliza essa realidade na relação entre marcas e pessoas. Assim, atentar para o fator humano por trás do consumidor é uma oportunidade e tanto nos tempos em que vivemos.

Se 74% das marcas no mundo desaparecerem, ninguém se importaria

A marca é a bandeira maior de um negócio de sucesso.

Fico realmente impressionado com a falta de preocupação sobre a Marca, ou sobre a estratégia de negócios de muitas empresas, como se o fato de abrir a empresa seja a cura de todas as dores.

Olhe a sua volta, a quantidade de “marcas de passagem” vamos intitular assim:

Vou te dar alguns exemplos e você tenta visualizar algumas :


  1. Marca que imita marcas Reconhecidas. Ex: Maizena

  2. Marcas que utilizam personagens famosos. Ex. Pica-pau

  3. Marcas que simulam produtos. Ex. Nespresso

  4. Marcas que com nomes similares. Ex.Gangue

  5. Marcas que não tem leitura. Ex. Grafia mal feita, cores destoantes.

  6. Marcas que com grafia errada. Ex. Lanchonete 2 Irmões

Se 74% das marcas no mundo desaparecerem, ninguém se importaria ”, afirma Maria Garrido, Diretora Global de Insights e Analistas, Havas Media, conversando com a IMPACT em sua primeira viagem à Índia, pouco antes de realizar uma Masterclass em ‘The Most Meaningful Marcas.

Ela enfatiza a importância de as marcas melhorarem a qualidade de vida do consumidor para se manterem relevantes. As “Marcas Significativas” da Havas Media são um extenso estudo que mostra mais de 1.500 marcas globais, 300.000 pessoas em 33 países, em 15 setores e calcula a eficácia geral da marca em três parâmetros – benefícios funcionais (entrega de produtos), benefícios pessoais vida do consumidor fácil, saudável e feliz) e benefício coletivo (contribuição para a sociedade, economia e meio ambiente).

É verdade esse artigo

Uma mentira repetida mil vezes se torna verdade. Incrível o poder desta frase, que, de tão assustadora e surreal, mais de um século depois ainda não aprendemos com ela.

A frase acima é do mestre do terror Joseph Goebbels ministro da propaganda do Nazismo.

O maior desserviço já prestado ao meio que tanto amo e admiro, e, ao mesmo tempo, a maior demonstração do poder da propaganda que o mundo já viu.

Estamos em uma era em que a mentira não tem mais lugar. Seja no dia a dia, nas relações interpessoais, nas empresas, com seus colegas, em casa com seus familiares. Claro que não estou falando que a mentira já teve seu lugar, o que nunca aconteceu, mas estou falando da facilidade da confirmação dos fatos nos dias de hoje.

Hoje, poder é informação e a informação deve ser verdadeira e segura.

O facebook, por exemplo, em cada artigo que se é compartilhado, carrega consigo a fonte da origem dos dados. Ação essa para barrar as famigeradas Fake News.

STORYTELLING NÃO SE CRIA, SE CONTA

Em um mundo onde a conexão e a informação voam juntos, uma mentira contada mil vezes não se torna uma verdade, mas uma vergonha.

Não estou bancando o moralista, tão pouco juiz e executor. Mas, estou prestando um serviço para marketing.

Já ouvimos casos como o da Diletto e o do Suco do bem que pegaram muito mal, vamos lembrar:

A Do Bem, foi notificada pelo Procon Carioca por ter desrespeitado o Código de Defesa do Consumidor. E teve que se explicar sobre a História que contou: Tudo começou quando uma reportagem da revista Exame revelou que o suco de laranja vendido pela Do Bem era fornecido por uma gigante do setor, e não pelo “Seu Francisco”, como dizia um dos seus textos publicitários. Já a fabricante de sorvetes Diletto criou a história do Nonno Vittorio, que seria avô de um dos donos da empresa e teria trazido da Itália sua receita de sorvetes. O Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (Conar) abriu processos para julgar a postura das duas empresas. Segundo matéria do O Globo.

QUEBRA DE CONFIANÇA

Um dos maiores ativos das empresas está em consolidar laços de confiança com seu consumidor, e posso atestar, uma historinha destas quebra qualquer um.

Agora a história não é outra, mas a mesma, que pena. A tal da Bettina, que em vídeo afirma ter levantado 1 milhão em investimentos. Vídeo esse da Empiricus, maior enviador de emails do Brasil, que patrocina a moça empreendedora.

Verdades a parte a questão é só outra.

Pegou muito mal. É só dar uma olhada nos comentários, alguns de ódio inclusive.

Muitos postando um outro vídeo da Milionária onde ela afirma que: “O meu pai a vida inteira guardou um dinheiro na poupança pra mim. Quando eu fiz 19 anos, ele me deu o dinheiro e falou: e agora, o que é que você quer fazer com essa grana?”

Não existe má publicidade: apenas publicidade

Não é assim que o consumidor pensa, tão pouco os órgão responsáveis.

Uma mancha no seu espectro de confiança pode abalar e muito suas estruturas.

Imaginem que possivelmente uma empresa como a Empiricus, que apresenta-se como: “Não somos um banco, nem uma corretora. Vendemos assinaturas, onde publicamos ideias com as melhores sugestões de investimentos, em várias estratégias diferentes. De A a Z”

Possivelmente tem em sua matriz Swot uma das forças e seu maior diferencial como Confiança. Pois é exatamente o que busca alguém que vai colocar o seu rico dinheiro conforme as dicas deles em algum lugar.

QUANDO O STORYTELLING ACERTA E QUANDO ELE ERRA?

No ponto de vista de marketing, se a história não tem sustentação, se o personagem não passou confiança, se a relação não é transparente, pare! Não força a barra! tá pegando mal! Aliás, pegou mal!

E pior, ainda estão tentando remendar o soneto.

Fizeram um canal de respostas. Amigos, vocês precisam de uma gestão de crises e de um Marketing que oriente que história não se cria, se conta.

Dicas para a Empiricus (e para todos vocês) de como construir um Storytelling

1) Ser Verdadeiro.

No storytelling, a veracidade das informações é muito importante, pois as pessoas querem se inspirar na sua história para construir a deles.

2) Ser emocionante

A história deve ser emocionante. Uma boa história é aquela que transporta o espectador para a realidade contada. Ninguém quer ouvir histórias normais e mornas (disso a vida ta cheia)

3) Construir um bom enredo

A história precisa se diferenciar das demais, precisa ser bem escrita e ter um propósito claro. Aqui está inserido seu propósito de valor.

4) Inove no Formato

Vídeos, textos, interação. Precisamos repensar na forma de contar a história o tempo todo.

Dia do Consumidor

No Brasil é notório que existe um vácuo no varejo que vai do início do ano até o carnaval. Mas, quando efetivamente as vendas voltam a acontecer? A resposta para isso tem sido o Dia do Consumidor,  no dia 15 de março. Esse é um momento que desperta cada vez mais interesse do público, indo além de um mero dia de ofertas.

Reunimos aqui alguns dados que podem ajudar a sua estratégia de marketing de Dia do Consumidor a ser mais completa. É bom ficar atento: algumas dessas informações podem quebrar as suas expectativas.

O poder de uma semana de compras

O comportamento das pessoas nos dá vários sinais sobre o Dia do Consumidor. Uma delas é que essa é uma data com peso cada vez maior no calendário de compras. Quase um terço dos entrevistados em pesquisa feita pelo Google conhecem o Dia do Consumidor, e praticamente dois terços dizem ter encontrado as promoções que procuravam em 2018.

Outra conclusão possível é que o Dia do Consumidor não se resume mais em apenas um dia: ele movimenta uma semana inteira de ofertas. Isso acontece em outras datas do varejo, como a Black Friday, que já pode ser considerada uma grande temporada de compras.

As buscas relacionadas ao Dia do Consumidor, por exemplo, praticamente dobraram de 2017 para 2018, e 73% das pessoas que compraram na data começaram a pesquisar uma semana antes, reforçando a ideia de que esse período de compras vai além de um só dia.

Para o comércio online, a Semana do Consumidor é um dos grandes momentos do ano. As principais lojas virtuais do Brasil têm 13 milhões de visitas a mais nesses dias, e os downloads de apps de varejistas crescem 26% ao longo da semana. No próprio Dia do Consumidor, esse aumento é de 23%.

A data também movimenta as buscas pelas marcas dos varejistas. Se em 2018 as pesquisas pelas principais lojas do país caíram 9% durante a Black Friday, e se mantiveram iguais na média do ano, elas cresceram 8% durante a Semana do Consumidor.

Comprar: quando, onde, como, quanto

Varejista, pode se preparar: o brasileiro está planejando um gasto médio alto em compras no primeiro semestre, e ele deve ser realizado em grande parte no Dia do Consumidor.

Mais da metade das pessoas espera comprar mais de R$ 500 nos primeiros seis meses do ano, e 58% delas pretendem aguardar a data para adquirir os produtos que procuram.

Quanto ao modo de compra, vemos o Dia do Consumidor forte nas lojas físicas – 39% dos consumidores pretendem comprar só offline. Essa proporção é maior do que em datas como a Black Friday, por exemplo, em que só 18% dos compradores ignoram o digital.

Embora a compra física seja forte, o online influencia muito a decisão. Para 75% dos que compraram no ano passado, a internet foi importante para a decisão de visitar a loja, enquanto 50% dizem ter pesquisado no Google antes da compra.

Dos critérios que influenciam as compras no Dia do Consumidor, o preço é o fator decisivo para 46% das pessoas. Mas outros atributos ganham importância, como a confiança na loja (citada por 42%) e o frete (29%), nesse caso tanto em termos de custo quanto de tempo.

E o que os consumidores querem comprar em 2019? Roupas e calçados têm a maior intenção de compra, mas computadores, videogames e smartphones são os produtos pelos quais as pessoas estão mais dispostas a esperar. Entre os itens que os entrevistados mais querem ver em promoção na data, os smartphones continuam na liderança, com 28% das respostas, seguidos por roupas e calçados (19%), TVs (16%) e videogames (13%)8.

Alimentos e Bebidas: à espera do coelhinho

Quando se fala em data de varejo, que categorias de produtos vêm à mente? Celulares e  Eletroeletrônicos, certo? No Dia do Consumidor, as pessoas até planejam comprar esses itens, mas os campeões nesse momento são mesmo os Alimentos e Bebidas.

Em 2018, eles foram a categoria líder da data, comprados por 35,4% das pessoas, e ainda tiveram 65% de crescimento nas buscas, contra 27% em Laptops e de 20% em TVs e Brinquedos. Além disso, 54% das pessoas esperam ver promoções nessa categoria no Dia do Consumidor deste ano, contra 50% no ano passado.

E por que os Alimentos e Bebidas têm tanto peso no Dia do Consumidor? Uma das respostas está na Páscoa. Nos últimos anos, a proximidade entre as duas datas levou a um grande aumento de buscas por chocolates e por outros produtos relacionados ao feriado.

Mais um efeito disso é que os hiper e supermercados foram o principal local de compra no Dia do Consumidor em 2018, e ganham mais e mais relevância nas datas sazonais. Em 2019, 57% das pessoas dizem que promoções na categoria Alimentos e Bebidas aumentaria a chance de irem a um supermercado no Dia do Consumidor, contra 55% em 2018.

Vimos que o Dia do Consumidor, enquanto se consolida como um grande momento do ano no varejo, está se tornando um período de compras maior que apenas um dia, e ainda estimula comportamentos de consumo bem específicos. Direcionar a estratégia da sua marca usando a lógica de calendário e considerando os hábitos particulares de cada data-chave do ano é uma das formas de ter sucesso.

5W2H

Fazer Marketing é, ajudar as organizações a tomar melhores decisões utilizando-se de análise de dados.

Uma das grandes dificuldades encontradas quando se trata de projetos é a entrega das suas atividades. Muitas vezes, mesmo sabendo o que deve ser feito, constatamos que depois de um determinado tempo nada foi realizado, isso pode ser motivado por delegações de atividades feita de formas adequadas.

O 5W2H é uma ferramenta de gestão de atividades que contribui para que as tarefas sejam realmente executadas, permitindo que as empresas tenham alta produtividade e aumentem sua taxa de sucesso.

O 5W2H surgiu no Japão e é considerado uma das técnicas mais eficazes em relação ao planejamento de atividades e à elaboração de projetos. Ele foi criado por profissionais da indústria automobilística com a finalidade de auxiliar na elaboração de planos de ação.

Portanto, funciona como um mapeamento das atividades, estabelecendo o que vai ser feito, quem vai fazer, em qual período de tempo, em qual área da empresa e os motivos pelos quais a tarefa deve ser feita. Trata-se de uma espécie de checklist que aumenta a clareza sobre as diversas demandas e que pode ser utilizada por qualquer empresa e em qualquer departamento.

Onde o 5w2h pode ser utilizado:

  • no planejamento estratégico para definir as entregas e ações;
  • na manutenção de máquinas de uma indústria;
  • na definição de um processo de recrutamento e seleção de pessoal;
  • no aumento da sua carteira de clientes.

É um método de gerenciamento de atividades de um projeto ou de um plano. O nome dessa ferramenta de gestão vem de 5 perguntas em inglês que começam com a letra “W” e 2 que começam com a letra “H”. Veja, a seguir, os significados de cada uma:

  • What? (O que fazer?) — Qual é o projeto, estratégia ou atividade que precisa ser executada ou qual objetivo deseja-se alcançar?

  • Why? (Por que fazer?) — Por que isso precisa ser feito? É importante para a equipe, para os clientes ou para a empresa? Vai solucionar algum processo ou um problema?

  • Where? (Onde será feito?) — Em qual local será feito? Dentro ou fora da empresa? É de responsabilidade de qual setor ou departamento? É importante detalhar em qual área ou departamento as ações vão ser aplicadas para que os resultados sejam bem definidos.

  • Who? (Por quem será feito?) — Quais colaboradores devem realizar essa tarefa?

  • When? (Quando?) — Qual é a data inicial e o prazo para finalizá-la?

  • How? (Como fazer?) — Quais são as etapas e ações necessárias para alcançar o objetivo definido? Atribua um responsável por cada etapa e inclua uma data de conclusão específica para ela.

  • How much? (Quanto custará fazer?) — Qual vai ser a despesa para cumprir as tarefas determinadas? Estime quantos recursos humanos e materiais vão ser necessários e quanto isso significa em dinheiro. Todas as despesas com materiais, recursos, equipamentos, instrumentos e processos devem ser calculados.