Os 4 arquétipos de jogadores de videogames

jogadores de videogames

Richard Bartle, criador do primeiro MUD – Multi-user dungeon definiu em suas pesquisas um dos mais antigos, simples e duradouros arquétipos dos jogadores de games.

Sua permanência se deve em decorrência de sua funcionalidade em identificar os tipos de personalidades humanas em um contexto de jogo.

O modelo foi baseado na observação e análise comportamental de pessoas que jogaram juntas um jogo multiplayer, e defende que existem quatro tipos diferentes de tipos de jogadores:

  • Os Assassinos (♣) – São os que prezam as lutas, gostam de matar e de conseguir vitórias.
  • Os Empreendedores (♦) – São os que gostam de acumular recursos, juntar muitos itens, dinheiro, coisas raras, etc.
  • Os Exploradores (♠) – São os que exploram os mapas, dungeons, que gostam de desfrutar dos cenários e conhecer outros.
  • Os Socializadores (♥) – São os que gostam de conhecer novas pessoas, novos amigos e realizar atividades em grupo.

Com este teste você pode descobrir que tipo de jogador é você.

Estes quatro estilos surgem a partir de dois tipos básicos e excludentes de interesse de jogabilidade: Conteúdo e Controle. O Conteúdo define quem gosta de agir de maneira simples e direta em relação aos objetos no mundo do jogo ou de interagir mais profundamente com os sistemas deste universo de jogo. Já o Controle se refere à forma como os jogadores querem experimentar o mundo do jogo, seja por meio dos comportamentos dinâmicos de outros jogadores ou com o mundo estático do jogo em si.

Lutadores e conquistadores têm maior interesse em agir sobre coisas ou pessoas, tratando-os como objetos externos. Ao mesmo tempo, exploradores e socializadores preferem um nível mais profundo de interação com as coisas ou pessoas, concentrando-se em qualidades internas.

Da mesma forma, lutadores e socializadores anseiam por se manter no controle em relação à dinâmica de interação com os outros jogadores, enquanto conquistadores e exploradores estão mais interessados em controlar suas relações com os objetos e com as propriedades do mundo do jogo.

As bases dos arquétipos de jogadores

As principais metas objetivadas pelos jogadores são: Ação ou Interação (ligados ao conteúdo) e Jogadores ou Mundo (relacionados ao controle). Bartle representou estes interesses como duas linhas perpendiculares que criam quadrantes, em que cada um corresponde a um dos quatro arquétipos.

Para identificar seu estilo de jogo preferido, os jogadores devem determinar sua preferência entre Ação ou Interação e Jogadores ou Mundo e em encontrar o arquétipo no quadrante correspondente à combinação escolhida.
Um jogador que prefere agir ao invés de interagir e se concentra mais sobre o mundo do jogo do que nos outros jogadores, por exemplo, costuma demonstrar comportamentos do arquétipo Conquistador (Achiever).

Referência: Personality And Play Styles: A Unified Model, Bart Stewart

Procura-se um líder para a Geração Z

Chegamos no apocalipse Z. Não é o tão esperado apocalipse Zumbi, mas é a morte da sociedade tal qual conhecemos originado pela geração Z. Não existe uma linha de corte exata sobre quando esses caras começaram a aparecer, mas, muitos estudiosos comportamentais afirmam que foi a partir dos anos 2000.

No atual contexto histórico temos ainda os Baby boomers dos anos 60, com um perfil de liderança crítico, centralizador e severo. Perfil do Arquétipo do grande Pai, delimitado na década de 60.

Na sequência a geração X, contra guerra, paz e amor, com um perfil de liderança Confiante e diretivo. Figura aqui a “mãe moderninha”.

Ainda neste embalo aqueles que queriam mudar o mundo mas a vez deles passou antes deles saírem de casa. A geração Y é visionária, otimista e motivadora. Preparou o chão para o apocalipse. Mas ainda busca abrigo em sistemas de gestão mais ortodoxos quando a coisa aperta.

E, em meio ao novo milênio chega a última geração: digital, conectada, orgânica.

Segundo pesquisa do Social Base, 66% dos Zs julgam-se aptos para Liderar.

Ainda na mesma pesquisa, 74% acreditam que os Lucros são tão importantes quanto desenvolvimento social e profissional.

Atuam fortemente sob o conceito do Golden Circle, onde o Propósito é mais importante bem de uma empresa.

Propondo não apenas uma mudança nas empresas, mas uma revolução no pensamento de gestão. Forçando uma nova forma de empresa: a empresa orientada por um propósito.

Se você tem medo do futuro, se não sabe como será o amanhã ou se acha que nada muda, pois sempre fizemos assim e deu certo, então você já está morto.