Os 4 P’s do Marketing

Os 4 p's do marketing

Também chamado de Composto de Marketing ou Marketing Mix, os 4 P’s são o conjunto de variáveis que determinam o posicionamento do produto no mercado, de acordo com o estudo do professor Jerome Mc Carthy (1978), que separou e classificou as quatro categorias. O Marketing Mix é composto por produto, preço, praça e promoção. Este composto mercadológico foi definido por Philip Kotler em 1998 como “o conjunto de ferramentas e estratégias que a empresa usa para atingir seus objetivos de marketing no mercado-alvo”.

Produto

O produto por ser físico ou um serviço, é aquilo que é oferecido aos consumidores. Nos dois casos, há uma necessidade de se atentar ao que se refere em cada produto, no caso dos serviços é preciso observar aspectos como local, tipo de serviço, condições de trabalho, entre outros. Já os produtos físicos aspectos como função, embalagem, design, aparência, acabam sendo os objetos de estudo.

Outra coisa a ser observada é o ciclo de vida do produto, desde sua introdução no mercado, ascensão, declínio, até a sua retirada.

Preço

Essa etapa é mais abrangente, pois depende de diversos fatores sobre o produto para se chegar a uma definição de preço, como o segmento de mercado, perfil do consumidor, aspectos culturais, regionais, dentre outros fatores que podem comprometer de alguma forma os valores.

Existem várias estratégias para definir o preço de um produto ou serviço, mas é preciso um estudo aprofundado sobre o que tange os valores a serem introduzidos no mercado, como financiamento, crediário, prazo médio, descontos, condições de pagamento, entre outros.

Praça

Categoria que define onde será comercializado o produto, onde será vendido, como chegará ao consumidor. Os pontos de venda, como são chamados, são os canais de distribuição e logística que fazem parte do estudo que envolve a cobertura e abrangência de áreas de atuação.

É importante ter um controle aprofundado de estoque e transporte, utilizando como base as cinco vertentes: fluxo de informação, fluxo de propriedade, fluxo de pagamento, fluxo físico e fluxo de promoção. Assim é possível analisar os melhores locais para a distribuição de seu produto.

Promoção

Promoção refere-se à publicidade do produto, ou um conjunto de estratégias de relações públicas, trade-marketing e propaganda voltada à promoção no mercado-alvo. Através da promoção é possível criar conceitos e posicionamentos sobre a marca, despertar necessidade de compra, desejo e fidelidade.

Para que as ações definidas nas estratégias funcionem, é preciso fazer uso constante da ferramenta de relações públicas, é ela que dá suporte perante o cliente através de ações institucionais, criando facilidade na análise de mídias a serem utilizadas através do estudo dos hábitos do consumidor, otimizando campanhas de acordo com cada tipo de público.

Hoje em dia existem alguns outros P’s introduzidos não oficialmente neste estudo, visando estreitar cada vez mais as relações de troca. Estudos que envolvem psicologia, finanças, dados demográficos e muitos outros fatores que determinam as tendências de mercado, fatores esses que influenciam diretamente e positivamente na criação e otimização de produtos, serviços e novas soluções de negócios pelo mundo todo.

Referências: 
“Marketing Management” *2006 – Kotler, PHILIP & Keller, KEVIN

“OS 4Ps DO COMPOSTO DE MARKETING NA LITERATURA DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO” *2000 – Angélica do Amaral, SUELI

Arquivo FMU -* 2015

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O que significa Conversão?

Conversão, um dos termos chaves da administração, largamente utilizada em Marketing e em marketing digital.

Para vendas, conversão é uma métrica que indica que um orçamento foi convertido em venda. Esta métrica é uma das mais importantes para o varejo, uma vez que o seu monitoramento é o espelho da eficiência da equipe de vendas: Taxas de conversões baixas, são um sinal de que alguma coisa na sua estratégia está errada e de que algo precisa ser revisto.

Para o Marketing digital, podemos contar como conversão quando um visitante do seu site ou landing page fornece seus dados em troca de alguma oferta, para solicitar um orçamento, por exemplo, ou quando o usuário clica em um anúncio do Facebook Lead Ads, e o formulário é preenchido automaticamente.

Essas conversões podem ser divididas em dois tipos:

Diretas

Quando o visitante responde a campanha e toma uma ação direcionada a compra, como reservar o horário para um serviço, ligar para o setor de vendas da empresa, concretizar a compra em um e commerce.

Indiretas

É a que não gera resultados imediatos, mas permite que a empresa crie um relacionamento com o lead e o trabalhe como cliente em potencial para fechar vendas no futuro. Ela acontece quando o visitante fornece dados pessoais, como nome, email e telefone, em troca de algum conteúdo ou serviço gratuito.

Sinto que agora você já está preparado para trabalhar conversão entendendo, nos mínimos detalhes, seus conceitos e aplicações.

Quero deixar o canal de comunicação aberto entre nós, sendo assim, se ficou alguma dúvida ou se surgiu algum questionamento no decorrer da leitura, me diga qual, para que eu possa esclarecer para você.

Espero ter ajudado!

Até Mais!

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O que é Marketing?

Basicamente, a definição de marketing seria como uma combinação de estratégias e ações que visam facilitar um processo de troca. Mas podemos dizer que Marketing em si não é nada básico em sua definição, de fato, entendendo cautelosamente quais os conjuntos de ações dentro das estratégias devem ser estudados, e quais são pontos que devem ser observados para aplicar essas ações, o processo de troca é facilitado pelo conjunto de informações reunidas neste planejamento.

Philip Kotler e Kevin Lane keller, autores do livro “Administração de Marketing”, conhecido também como a bíblia do marketing, tem uma visão mais aprofundada e ao mesmo tempo mais clara sobre essa definição: 

“Marketing é a ciência e a arte de explorar, criar e entregar valor para satisfazer as necessidades de um mercado-alvo com lucro. Marketing identifica necessidades e desejos não realizados. Ele define, mede e quantifica o tamanho do mercado identificado e o potencial de lucro.”

Outros especialistas acrescentam que o marketing é o responsável direto na segmentação do mercado e na criação de novos mercados, encontrando novas oportunidades ou criando novos produtos inovadores que atendem a certas necessidades ou problemas.

Para isso é extremamente necessário um planejamento junto a uma equipe de pesquisa e desenvolvimento para preparar um plano eficiente e assertivo.

Em um todo, o marketing contextual refere-se a estreitar o contato direto com consumidores individuais, com a finalidade de obter respostas precisas e relacionamento contínuo com o possível cliente.

É necessário buscar entender as pessoas holisticamente, ou seja, por completo, captar o que pensam e o que sentem, indo além das respostas imediatas, procurando sensações e emoções por trás dos comportamentos e motivações.

Também é extremamente importante levantar dados sobre vínculos que se estabelecem com marcas, produtos e serviços, identificando o imaginário que compõe a percepção do universo cognitivo que cerca as várias instâncias do relacionamento humano, como aspectos emocionais inconscientes envolvidos nas atividades, escolhas e interações do dia a dia.

Segundo Kotler, posicionamento de mercado é um dos fatores fundamentais na hora de se desenvolver um bom planejamento estratégico de marketing.

É preciso definir em qual posição seu produto se encontra no mercado, para isso é necessário segmentar o seu mercado-alvo e entender a jornada de compra de seus consumidores.

Isso está ligado aos 4 P’s do Marketing: preço, praça, produto e promoção. Referem-se aos empenhos da marca/empresa em como atender as necessidades de seus futuros clientes.

Para Kotler, posicionamento de mercado é “a ação de projetar o produto e a imagem da organização com o fim de ocupar uma posição diferenciada na escolha de seu público-alvo”.

Referências: 
“Marketing Management” *2006 – Kotler, Philip & Keller, KevinNova Escola de Marketing  *2017 – Rez, Rafael

O que é AIDA

AIDA, é um princípio do Marketing para atrair e fidelizar clientes

“AIDA”, acrônimo para “atenção, interesse, desejo e ação”, é um dos mais importantes conceitos do Marketing. Ao longo das quatro etapas do processo, a atração e a fidelização do público-alvo devem ser trabalhadas pela marca de maneira assertiva.

“A”, de “atenção”: tudo começa aqui. Afinal, se você não conquista a atenção do público, não poderá sequer desenvolver os próximos passos. Para isso, vale entender com quem você está falando: o público é feminino, masculino ou misto? Quais as classes sociais? E a faixa etária, a escolaridade? Há interesses prévios reconhecidos, como atividades, hobbies etc.? Tudo isso auxiliará no que (além de como) se pretende comunicar e, consequentemente, no propósito de atrair o espectador, o leitor, o ouvinte e assim por diante. Uma vez definidas essas questões, a comunicação precisa ser clara, objetiva e consistente.

“I”, de “interesse”: uma vez atraído, o público tem de permanecer atento ao que é comunicado. Assim, é necessário dotar o discurso de ainda mais significado para aquele grupo. Neste momento, desenvolver o tema, acrescentar informações relevantes, fazer perguntas retóricas que tenham uma recepção positiva por parte dos potenciais clientes, entre outras táticas, auxiliam a despertar o real interesse pelo assunto abordado.

“D”, de “desejo”: se interessado de fato pelo que se comunica, o grupo receptor passará a desejar o produto ou serviço ofertado. O desejo move o ser humano nos mais diversos sentidos, e isso é uma realidade também em termos comerciais. É preciso convencer as pessoas dos benefícios do que está sendo comercializado, de como isso trará prazer, satisfação, facilidade – sempre que possível, com o auxílio de recursos que atestem a credibilidade da marca (por meio de reviews ou depoimentos de clientes, por exemplo). Nos tempos em que vivemos, quem resiste à possibilidade de um dia a dia mais prático e feliz?

“A”, de “ação”: com a atenção, o interesse e o desejo dos potenciais clientes conquistados, parte-se para a última etapa do processo. A ação consiste no propósito maior, ou seja, em fechar negócio, preferencialmente com facilidades para o público, como de pagamento e pós-venda. Aqui, é importante fornecer o que se abordou até então, para que todas as partes envolvidas se sintam satisfeitas: o consumidor, com a entrega prometida e cumprida; o anunciante, com a realização de seu objetivo. Essa conversão, já alcançada, pode agora transformar-se em fidelização, num movimento contínuo de relacionamento com os clientes.

Quanto mais segurança o público tiver, em todas as fases do processo, maiores serão as chances de sucesso da marca. Por isso, é muito importante entender o público, a atuação da concorrência e todas as vantagens reais do produto ou serviço ofertado, enfatizando-as e enriquecendo a experiência de compra do consumidor. Entendeu o que é AIDA?

O engajamento e seu papel para o sucesso das marcas

O termo “engajamento” é comumente utilizado no universo do Marketing. Com o advento das redes sociais, ele se tornou ainda mais presente, uma vez que essas plataformas aproximam marcas e consumidores como nunca antes.

Podemos definir o engajamento como um amplo envolvimento do consumidor com uma marca. O cliente não apenas compra um determinado produto; ele o deseja, cria uma ligação emocional com o bem ou serviço, defende a empresa, comenta positivamente na internet sobre sua experiência, enfim, torna-se um entusiasta daquilo.

Desde o boca a boca até as resenhas on-line, o engajamento é extremamente positivo para uma companhia. Ao atestar seu vasto relacionamento com a marca, o cliente convence outros a conhecê-la, consumi-la, viver experiências. O vínculo entre pessoas e empresas não apenas aumenta as vendas e faz com que o negócio se expanda, mas também contribui para a percepção da sociedade sobre ele – e, em se tratando de Marketing, imagem é um fator que deve ser sempre levado em consideração.

A relação de confiança simbolizada pelo engajamento é um dos grandes bens de uma empresa. Se qualidade e transparência são essenciais para uma intensa conexão entre pessoas e empresas, a interação com os clientes é primordial para o engajamento. Assim, marcas que fazem parte do dia a dia do consumidor, especialmente na internet, tendem a promover um relacionamento mais próximo e, consequentemente, de maior convencimento.

É nesse contexto que retornamos às redes sociais. Por meio delas, cada empresa conta com um universo de possibilidades de interação. Assim, o conteúdo nessas mídias deve ser relevante, a partir de um completo planejamento digital. Faz-se fundamental conhecer o público e entregar a ele informações, dicas, formas de entreter com as quais ele se identifique. Ao receber novos fãs, curtidas ou comentários, ter posts compartilhados, promover enquetes, responder com agilidade a mensagens públicas e privadas, a marca fortalece seu desempenho e, desse modo, o engajamento do público.

Todo esse processo deve ser permanentemente atualizado, de olho nas tendências de mercado e de comunicação. Para que o engajamento seja conquistado e permaneça, é necessário pensar na atuação da empresa em curto, médio e longo prazos, a partir de sua missão, visão e valores. A confiança estabelecida entre o consumidor e a marca é um laço que precisa ser trabalhado todos os dias, tornando-se cada vez mais forte.

E a sua marca? Adota mecanismos que levem a um maior engajamento? Tem um plano consistente para as redes sociais, busca produzir conteúdos de interesse do target, responde a perguntas e comentários com atenção, respeito e rapidez? Conta com ferramentas de medição de resultados on-line, além de fazer uma análise minuciosa dos aspectos quantitativos e qualitativos? Vai até mesmo além de tudo isso, oferecendo outros canais práticos de comunicação, como o WhatsApp?

Seja qual for o ramo do seu negócio, é inevitável considerar as redes sociais como meios importantes para engajar o público. E nunca é tarde para rever ou melhorar a atuação da sua empresa, on-line e off-line, influenciando pessoas e convertendo-as em verdadeiros agentes defensores da marca.

O que é Nicho de Mercado

Um nicho de mercado é um subconjunto de um mercado maior, com suas necessidades ou preferências particulares, que podem ser diferentes do mercado maior. Por exemplo, no mercado de calçados femininos, há muitos nichos ou segmentos diferentes. Sapatos para mulheres veganas seriam um nicho de mercado, sapatos para enfermeiras ou até mesmo sapatos para trabalhos pesados. Todos seriam nichos de mercado dentro do maior mercado de calçados femininos.

O que ele faz?

Quase todo mercado pode ser mais refinado, ou dividido, pelas necessidades e preferências particulares de seus constituintes. Algumas das formas mais comuns de definir um nicho são baseadas em:

  • Preço (alto, moderado, desconto)
  • Base demográfica (sexo, idade, nível de renda, nível de escolaridade)
  • Nível de qualidade (premium, alta, moderada, baixa, barata)
  • Psicografia (valores, interesses, atitudes)
  • Geográfico (a localização precisa do comprador)

Marketing focado em um nicho

O marketing focado em um nicho é muito mais preciso do que para um mercado amplo, já que um nicho tem muito mais em comum em termos de necessidades, desejos ou preferências. Vender bolsas é um mercado enorme, por exemplo, e há muitos nichos com muitos usos diferentes para uma bolsa. Você pode ter novas mamães que querem uma bolsa que possa ser usada como bolsa de fraldas, você pode ter estudantes universitários que precisam de uma bolsa para guardar seus livros, mulheres que precisam de uma bolsa para segurar o telefone, chaves e cartões de crédito, enfim…

Mas compreender as diferentes necessidades de cada nicho possibilita falar diretamente com eles em seu marketing – você terá uma chance maior de atrair a atenção do comprador e conquistar seus negócios, deixando claro que seu produto é para eles especificamente.

Marketing 5.0: emoção e sentido na relação entre marcas e pessoas

Entender o Marketing 5.0 é entender a evolução do próprio Marketing. Durante décadas, a relação das marcas com os clientes resumiu-se à dicotomia de compra e venda, na composição mais primitiva da sociedade de consumo. Oferta e demanda bastavam-se, isto é, um produto era útil para determinada necessidade e, dessa forma, dava-se sua comercialização.

Ao longo dos anos, mais e mais produtos e serviços – assim como mais e mais marcas para as mesmas categorias de bens de consumo – surgiram, o que, por si só, passou a fazer com que as empresas começassem a rever certos conceitos e formas de comunicar. Essa evolução, com todas as suas nuances, trouxe-nos até aqui: ao Marketing 5.0.

Mas o que define esse conceito? Em termos gerais, a relação mais próxima, emocional, sensorial, dos consumidores com as marcas.

Hoje, não basta que as empresas ofereçam um produto ou serviço útil. É preciso muito mais – até porque a variedade de opções se faz imensa. O produto ou serviço precisa vir acompanhado de valores. Os clientes querem consumir aquilo que desperta neles as emoções, os sentidos. Marcas que tenham responsabilidade com a sociedade na qual estão inseridas, sendo as mais conscientes possíveis. Empresas que respeitem o cliente em sua totalidade, e não apenas quando lhes convém.

Com a internet e a democratização da informação, os consumidores ganharam voz. As marcas que, ainda hoje, não atentam para isso estão desperdiçando a chance de se inserir no conceito 5.0. As consequências podem ser avassaladoras: críticas negativas on-line, centenas ou milhares de processos, perda de confiança e de vendas, queda nas ações, falência. A voz de um internauta ecoa na voz de tantos outros, e essa amplitude pode ajudar na construção ou na destruição de uma marca.

Assim, quando uma empresa torna claro que se preocupa com as pessoas, com o meio ambiente, com os direitos dos animais, praticando de fato o discurso, ela tende a ser admirada. Com isso, engaja o consumidor pelas convicções, pela ética. Esse consumidor, então, se tornará um verdadeiro fã da marca, desejando-a e influenciando outros. Tudo isso, em grande escala, compõe a percepção da sociedade sobre determinada companhia e o que ela oferece.

De modo similar, se a empresa promove, além do produto ou serviço em si, uma experiência a mais – por exemplo, de realidade aumentada ou de estímulo aos cinco sentidos –, ela mostra que está antenada e se reinventando a cada dia. Isso faz com que se destaque e, da mesma forma, aproxime, engaje, apaixone.

Somos seres emocionais e curiosos. O belo, o verdadeiro, o novo nos instigam, e o Marketing 5.0 canaliza essa realidade na relação entre marcas e pessoas. Assim, atentar para o fator humano por trás do consumidor é uma oportunidade e tanto nos tempos em que vivemos.

O que é growth hacking?

O growth hacking é um processo de experimentação rápida em todo o funil de marketing, desenvolvimento de produtos, segmentos de vendas e outras áreas do negócio para identificar as formas mais eficientes de desenvolver um negócio.

Uma equipe de growth hacking é formada por profissionais de marketing, desenvolvedores, engenheiros e gerentes de produtos que se concentram especificamente em criar e engajar a base de usuários de uma empresa.

Hackers de crescimento muitas vezes se concentram em alternativas de baixo custo para o marketing tradicional, por exemplo, usando mídia social , marketing viral ou publicidade direcionada  ao invés de comprar publicidade através de mídias mais tradicionais , como rádio , jornal e televisão.

Sean Ellis, o autor do termo afirma que a definição mais correta é: marketing orientado a experimentos. Ou seja, encontrar oportunidades/brechas (hacks) para o sucesso e criar estratégias específicas visando resultados rápidos para o crescimento (growth) da empresa.

O que é Budget

Budget é um termo da língua inglesa que significa orçamento.

É frequentemente utilizado no meio empresarial para designar o orçamento feito por uma empresa, onde são inseridas variáveis de custos, receitas e despesas, definindo um plano de contas.

Em Marketing, cada valor deve compreender um plano de ação que o sustente.

Nenhum orçamento pode ou deve ser aberto.

Todos devem representar um objetivo e um esforço para alcançá-lo.

Algumas empresas trabalham com cenários.

Se o cenário for otimista, o plano orçamentário será de crescimento e manutenção.

Se o cenário for pessimista, o plano orçamentário será de mais agressivo e de retomada.

O ideal é que as grandezas sejam inversamente proporcional.

O que é Blueprint

Blueprint é uma ferramenta utilizada em várias áreas do conhecimento.

Tecnicamente,  blueprint, diz respeito a  o tipo de cópia heliográfica, um tipo de suporte utilizado em desenho técnico para projetos. Foi popularizado pelos planos que eram orquestrados nos desenhos animados.

Para o design o Blueprints nada mais é do que os pontos de contato entre o consumidor e a marca, ou seja, quando o usuário experimenta ou tem algum tipo de contato com o que é oferecido. É muito útil para visualizar o caminho que é feito e pode se identificar oportunidades de melhorias.

Para a Hotmart, O Blueprint é um sistema de pontuação que qualifica os produtos publicados na Hotmart de acordo com as informações cadastradas pelo criador do produto. Ele tem o objetivo de garantir que apenas os melhores produtos estejam cadastrados na plataforma Hotmart.



Facebook Blueprint é um sistema de aprendizado para entender todos os possíveis sistemas e modelos de trabalho do Facebook. Nele você tem acesso a aulas específicas sobre cada um dos produtos e das melhores técnicas para alcançar o sucesso.