Defensores da sua Marca: 5 maneiras simples de criá-los

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Sua marca já possui defensores?

Mas você já pensou em potencializar esses consumidores?

Já imaginou, se eles falassem dos benefícios dos seus produtos / serviços, para sua família, amigos, te indicassem em suas redes sociais?

Mais do que simples um cliente, este é o verdadeiro defensor da sua marca, seu fã.

Não há dúvidas das inúmeras vantagens em ter clientes engajados, entre elas:

  • Marketing “boca a boca”: os relatos positivos dos seus clientes trarão novos clientes e negócios para sua empresa, o que aumentará seu faturamento;
  • Tráfego orgânico: como não amar pessoas que fazem marketing totalmente gratuito para seu estabelecimento?
  • Reconhecimento da marca: nada melhor para o crescimento da sua empresa do que indicação dos próprios clientes.

Agora que você já entendeu quais são os benefícios de ter fãs, vamos aprender a construí-los?

1. Ofereça o melhor produto ao defensor da sua marca:

Não existe fórmula mágica, nem conte com bajuladores.

Trabalhe com a realidade, sempre!

Entregue o melhor produto ou serviço que você puder e o reconhecimento virá, é simples assim.

Independente do seu público alvo, sempre tenha em mente alcançar a excelência, e de alguma maneira surpreender positivamente seu cliente.

Existe várias possibilidade de fazer isso: você pode enviar um brinde, entregar antes do prazo ou fazer uma embalagem diferenciada, abuse da criatividade.

Não pense no custo, isto poderá ser embutido no valor final do produto.

As pessoas preferem pagar um pouco mais caro em algo que vale a pena do que aquele “baratinho” que sai caro e traz transtornos.

Também não economize ao escolher seus fornecedores, insumos e parceiros.

Se em todo o seu processo produtivo houver apenas itens de qualidade, fica muito mais fácil de entregar um produto de primeira linha e esse é o primeiro passo criar um defensor da sua marca.

2. Interaja com os fãs da sua empresa:

Você conhece alguém que não tenha redes sociais?

Eu até conheço, mas são pouquíssimos.

Por isso, para criar bons defensores, é extremamente importante que sua marca esteja presente na internet, tenha constância nas postagens e interaja com seus fãs.

Se coloque no lugar da pessoa.

Ela digita um textão, perde seu precioso tempo e depois não ganha nem um like?

Deve ser bem frustrante para um cliente que pode até deixar de sê-lo, depois de tamanha falta de atenção.

Estude seu público alvo, e nas interações, como nos comentários, use gírias e o mesmo linguajar dele, a intenção é que ele se sinta falando com um amigo.

Apenas cuidado para não exagerar, lembre-se que apesar de a conversa ser informal, ainda trata-se da sua marca.

Zele por ela.

Também crie mecanismos para que os fãs comentem nas suas postagens e fotos. Um jeito bem simples de fazer isso é com perguntas “bobas” sobre seus produtos ou o estilo da sua marca.

Exemplos:

“Qual vestido mais estiloso?” (Se você tiver uma loja de roupas);

“Hoje sou grato por…” (Se o seu negócio for voltado ao desenvolvimento pessoal);

“Deixe aqui uma dica valiosa para seu colega marketeiro” (Se sua marca for de marketing);

Dessa maneira as pessoas começarão a interagir nas suas páginas, use e abuse deste recurso e terá ótimos resultados.

3. Seja transparente com seus clientes:

Nem tudo são flores e nem sempre as pessoas que aparecerão nas suas redes sociais serão defensores da sua marca, mas não se esqueça de ser transparente com todos, sempre.

Problemas acontecem a todo o momento, ninguém está imune.

Resolva-os com honestidade para que os seus clientes lembrem-se de você como uma empresa idônea e justa, isso fará com que eles te admirem e será mais um ponto positivo para que virem fãs da sua marca.

Se alguém fizer alguma reclamação, jamais apague o comentário ou deixe-o sem resposta.

Tente solucionar a questão, faça a pessoa se sentir importante.

Bom atendimento em todas as etapas do processo de vendas é a chave do sucesso de qualquer empreendimento.

4. Ofereça conteúdo de qualidade aos leads:

Outra ótima maneira de criar fãs para sua empresa é gerar conteúdo de qualidade.

Para isso, você deverá ter bastante afinidade com seu público.

Leia os comentários dos seus clientes nas suas redes sociais, veja o que estão dizendo nas páginas dos seus concorrentes e você descobrirá quais as dores, sonhos e desejos deles.

A partir desses dados você poderá criar muito conteúdo de sucesso para os defensores da sua marca.

Faça posts, e-books, fotos, não economize nos conteúdos.

Quando você conseguir ajudar as pessoas a realizarem metas ou sanarem dores através de suas dicas, você ganhará inúmeros fãs.

5. Nunca se acomode, surpreenda o defensor da sua marca:

Para que seus clientes não deixem de serem defensores de sua marca, nunca deixe de surpreendê-los.

Trabalhe com o processo de melhoria contínua, fique atento aos pedidos dos consumidores, ao mercado, não deixe de prestar o melhor serviço e atendimento e continue buscando aprimorar seus produtos.

Portanto, agindo dessa forma, com certeza você atrairá incontáveis defensores para sua marca.

Processos Criativos e Empreendedorismo

Processos criativos e empreendedorismo são áreas de estudo que compõem eixo da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que propõe que o aluno tenha 5 horas diárias de aulas no Ensino Médio. O restante seria aprofundado em áreas de linguagens, matemática, ciências e outras, com disciplinas baseadas nos eixos de itinerários formativos.

Com essa iniciativa, o Brasil caminha com uma visão de futuro mais clara, pois compreende bases de estudo que impulsionarão a economia e o desenvolvimento.

O MEC publicou na última semana uma mudança na portaria Nº 1.432 esta mudança. As novas áreas vão orientar os chamados itinerários formativos, ou seja, as atividades que os estudantes poderão escolher.

“A intenção é que, a partir de 2021, as novas turmas do ensino médio entrem nas redes, sejam públicas ou particulares, em um novo ensino médio, mais antenado como a garotada, com esses jovens que hoje estão na escola. Isso é muito importante”, disse a ex-secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Smole, que coordenou a elaboração dos referenciais em entrevista à Agência Brasil.

4.2. Processos Criativos

Este eixo tem como ênfase expandir a capacidade dos estudantes de idealizar e realizar projetos criativos associados a uma ou mais Áreas de Conhecimento, à Formação Técnica e Profissional, bem como a temáticas de seu interesse.

Justificativa: Para participar de uma sociedade cada vez mais pautada pela criatividade e inovação, os estudantes precisam aprender a utilizar conhecimentos, habilidades e recursos de forma criativa para propor, inventar, inovar.

Objetivos:

– Aprofundar conhecimentos sobre as artes, a cultura, as mídias e as ciências aplicadas e sobre como utilizá-los para a criação de processos e produtos criativos;

– Ampliar habilidades relacionadas ao pensar e fazer criativo;

– Utilizar esses conhecimentos e habilidades em processos de criação e produção voltados à expressão criativa e/ou à construção de soluções inovadoras para problemas identificados na sociedade e no mundo do trabalho.

4.4. Empreendedorismo

Este eixo tem como ênfase expandir a capacidade dos estudantes de mobilizar conhecimentos de diferentes áreas para empreender projetos pessoais ou produtivos articulados ao seu projeto de vida.

Justificativa: Para participar de uma sociedade cada vez mais marcada pela incerteza, volatilidade e mudança permanente, os estudantes precisam se apropriar cada vez mais de conhecimentos e habilidades que os permitam se adaptar a diferentes contextos e criar novas oportunidades para si e para os demais.

Objetivos:

– Aprofundar conhecimentos relacionados ao contexto, ao mundo do trabalho e à gestão de iniciativas empreendedoras, incluindo seus impactos nos seres humanos, na sociedade e no meio ambiente;

– Ampliar habilidades relacionadas ao autoconhecimento, empreendedorismo e projeto de vida;

– Utilizar esses conhecimentos e habilidades para estruturar iniciativas empreendedoras com propósitos diversos, voltadas a viabilizar projetos pessoais ou produtivos com foco no desenvolvimento de processos e produtos com o uso de tecnologias variadas.

Sobre Sexo, cocô, parasitas e o desejo de empreender – um estudo que conecta tudo isso

Sexo, cocô, parasitas e o desejo de empreender, uma pesquisa publicada no jornal Proceedings of the Royal Society B, nos Estados Unidos, mostrou que há uma possível conexão entre o comportamento empreendedor e um parasita encontrado nas fezes dos gatos. Ao que parece, a vontade de abrir um negócio aumenta quando os seres humanos entram em contato com o protozoário Toxoplasma gondii.

A toxoplasmose pode causar graves complicações para gestantes e pessoas com o sistema imunológico debilitado.

Mas, de acordo com a pesquisa, o contato com o parasita também “ativa” a veia empreendedora das pessoas. Stefanie Johnson, autora do estudo realizado pela Lees School of Business, afirmou que a correlação entre a exposição ao T. gondii e o comportamento empreendedor é real.

Mas como chegaram a tal conclusão sobre empreender?

Segundo a autora, nações com maior número de infectados se mostraram com menos medo de fracassar na hora de abrir um negócio. “Novos negócios têm altas taxas de insucesso. Então ter medo é racional. O que a gente percebe é que talvez a T.gondii reduza o medo racional das pessoas.”

A pesquisa foi realizada com 1495 estudantes da escola de negócios. Em 22% do grupo foi notado a toxosplamose – a infecção é bem comum. A partir desse dado, chegaram à conclusão que pessoas infectadas têm 1,8 mais chances de abrir um negócio e empreender que uma pessoa livre do parasita.

O protozoário Toxoplasma gondii está presente em fezes de gatos, águas contaminadas e comidas cruas. O protozoário Toxoplasma gondii está presente em fezes de gatos, águas contaminadas e comidas cruas.

O argumentou ganhou força quando a equipe de Stefanie realizou a comparação em outros países. Ao todo, foram analisadas as taxas da infecção e de predisposição a empreender em 42 países. Segundo Stefanie, países com mais taxoplasmose empreendem mais.

Me lembro de outra pesquisa mais antiga associada a toxoplasmose que chegou a conclusão que fetiches sexuais e a desinibição poderia estar associada ao protozoário.

A questão central das duas pesquisas não é o sexo e nem o desejo do empreendedorismo, mas o medo. O medo é a principal barreira que deve ser ultrapassada para o sucesso, neste caso, nos negócios ou na vida íntima.

Sucesso, nos dois!

O que são ADS

Empreendedorismo

Ads é a abreviação de advertising, palavra da língua inglesa que significa propaganda.

Estes são os principais tipos de Ads:

Google Ads

É a plataforma de anúncios do Google. Através do Google Ads é possível criar anúncios de Pesquisa, de Display, no Youtube, no Gmail e na Play Store.

Os principais tipos de anúncios são:

Anúncios na rede de pesquisa

São os anúncios exibidos nos resultados de pesquisa para determinadas palavras-chave. Eles ficam em destaque no início e no fim da Página de Busca, e com um pequena legenda de “Anúncio” para indicar que é um link patrocinado.

Anúncios na rede de display

Esse estilo de campanha é mostrada em websites, páginas de notícias e blogs que, juntas, formam a chamada Rede de Display do Google, que alcança 90% dos usuários da internet em todo o mundo.

Anúncios no YouTube

Anúncios em vídeos, antes do início ou até mesmo durante a exibição.

Linkedin Ads

O principal tipo de publicidade do Linkedin é entregar mensagens personalizadas direto na caixa de entrada do LinkedIn

Facebook Ads

O Facebook Ads é o sistema de mídia paga do Facebook que oferece uma grande variedade de formatos de anúncios.

É focado no objetivo final:

Reconhecimento da marca

Aumente o reconhecimento geral da marca mostrando anúncios para pessoas mais propensas a prestar atenção a eles.

Alcance

Mostre anúncios ao número máximo de pessoas em seu público sem sair ultrapassar seu orçamento. Você também pode escolher alcançar somente pessoas próximas a seu ponto comercial.

Geração de cadastros

Permita que as pessoas interessadas saibam mais sobre sua empresa com facilidade. Incentive-as a se cadastrar para receber mais informações ou a passar mais tempo em seu aplicativo ou site.

Mensagens

Faça com que as pessoas abram mais interações com o Messenger. Dimensione sua capacidade de ter conversas pessoais com elas, para que você possa responder a perguntas, coletar cadastros e impulsionar as vendas.

Envolvimento

Faça com que mais pessoas sigam sua Página ou se envolvam com suas publicações por meio de comentários, compartilhamentos e curtidas. Você também tem a opção de otimizar para mais participações no evento ou obtenções da oferta.

Native Ads

A estratégia de native advertising consiste na divulgação de conteúdo pago, sem que ele pareça pago. É a arte de oferecer um conteúdo valioso, no momento certo, sem ser intrusivo.

Um dos players deste sistema é o Outbrain.

O que não é Branding

o que não é branding

Design não é branding, assim como publicidade também não é. Publicidade não é branding

e Relações públicas de fato não.

Criatividade não é branding, criação não é branding e criar continua não sendo.

Marca, logotipo, logo, logobola, logomarca, nunca foi.

Signo, símbolo, índice, representamen, semântica e semiótica não. Ouvi falar que marketing não é, Se não for então, marketing digital tá fora.

Outro dia alguém falou que branding não é assim, também não é assado.

Branding não é personal, não é de vestir, não é parangolé.

Nunca foi desenho, rabisco e rafe.


O que é ZMOT

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O consumidor atual se comporta de maneira diferente com relação à compra, pesquisando produtos na Web antes de adquiri-los. Então, as estratégias de marketing também devem evoluir. O Google, autor do livro Zmot, chama o momento da tomada de decisão on-line de Momento Zero da Verdade (Zero Moment of Truth) ou ZMOT.

Modelo tradicional

O termo ZMOT é a abreviação de Zero Moment of Truth. Esse conceito é inspirado nos termos apresentados pela Procter and Gamble em 2005, o First Moment of Truth (FMOT), ou seja o primeiro momento da verdade, aquele no qual o consumidor está diante da prateleira e precisa decidir qual produto levar e o Second Moment of Truth (SMOT), o segundo momento da verdade, que é quando o consumidor consome o produto e tem a experiência que decidirá se ficará satisfeito e voltará a comprar.

Novo Modelo de ZMOT

Em 2012, o Google notou que o comportamento do consumidor estava mudando e encomendou um estudo com mais de 5.000 consumidores. Esse estudo revelou que realmente houve uma importante mudança na jornada de decisão de compra do consumidor. O momento em que ele estava em frente ao produto, já não era o primeiro momento da verdade. Ao saber de um produto ou serviço, a primeira atitude dos consumidores é pesquisar na internet, muito antes de ir até o ponto de venda. E foi esse momento que o Google batizou de Zero Moment of Truth.

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O que é Kaizen

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Kaizen é uma palavra de origem japonesa que significa mudança para melhor.

Convencionamos a utilizar o termo para designar um processo de melhoria contínua.

Ser hoje melhor que ontem e amanhã melhor do que hoje.

Empresas cada vez mais fortes, um mercado cada vez mais exigente, consumidores cada vez mais apressados. Todos esses fatores juntos tem contribuído para o método kaizen ser cada vez mais difundido dentro de organizações em geral, independente do seu tamanho.

Nesse momento, muitas pessoas têm se deparado pela primeira vez com esse termo, outras até conhecem um pouco, mas não sabem verdadeiramente o que significa e de onde surgiu.

Essa palavra sugere uma melhoria que envolve a todos, gerentes e operários, inferindo também o significado de baixas despesas. A filosofia Kaizen sugere que a nossa maneira de viver, tanto no ambiente profissional quanto no pessoal, deve estar focada em um esforço constante de melhoria.” (Masaaki Imai –  Guru da Gestão Enxuta).

Essa para mim é a melhor definição de Kaizen, pois abrange tudo aquilo que o Kaizen aborda. Mas se quiser mais definições, é: Ensinar as pessoas a terem recursos;

Uma cultura de melhoria contínua; Perseguir uma meta; Transferência de conhecimento; Saber quando eliminar, reduzir ou mudar uma atividade.   

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O que é Holding

Hold é um termo da língua inglesa que significa manter, guardar.

No mundo da bolsa de valores e das ações a técnica de Hold é uma forma de apostar no crescimento de determinada ação de uma empresa para avaliar se no futuro esta ação deve ou não ser vendida.

Uma Holding Empresarial é uma empresa que detém a maior parte das ações ordinárias

(ação que garante a quem a possui o direito a voto e à participação nas decisões da companhia) de outras empresas.

Holding é uma sociedade criada com o objetivo de administrar um grupo de empresas. Na holding, a empresa criada para administrar possui a maioria das ações ou quotas das empresas componentes de determinado grupo de empresas.

Essa forma de sociedade é muito utilizada por médias e grandes corporações e normalmente visa melhorar a estrutura de capital da empresa ou como parte de alguma parceria com outras empresas.

Dentre as principais funções de uma Holding podemos citar:

  • Manter majoritariamente ações de outras empresas;
  • Ter o poder de controle;
  • Não necessitar operar comercialmente e não dever operar industrialmente;
  • Manter minoritariamente ações de outras empresas com a finalidade de investimento.

Uma Holding pode ser classificada como:

Holding pura: sociedade cujo objeto social é a participação no capital de outras sociedades.

Hold de participação: quando a participação é minoritária, mas há interesse por questões pessoais de se continuar em sociedade.

Holding familiar: visa controlar o patrimônio de uma ou mais pessoas físicas de uma mesma família que possuam bens e participações societárias em seu nome.

O que é AIDA

AIDA, é um princípio do Marketing para atrair e fidelizar clientes

“AIDA”, acrônimo para “atenção, interesse, desejo e ação”, é um dos mais importantes conceitos do Marketing. Ao longo das quatro etapas do processo, a atração e a fidelização do público-alvo devem ser trabalhadas pela marca de maneira assertiva.

“A”, de “atenção”: tudo começa aqui. Afinal, se você não conquista a atenção do público, não poderá sequer desenvolver os próximos passos. Para isso, vale entender com quem você está falando: o público é feminino, masculino ou misto? Quais as classes sociais? E a faixa etária, a escolaridade? Há interesses prévios reconhecidos, como atividades, hobbies etc.? Tudo isso auxiliará no que (além de como) se pretende comunicar e, consequentemente, no propósito de atrair o espectador, o leitor, o ouvinte e assim por diante. Uma vez definidas essas questões, a comunicação precisa ser clara, objetiva e consistente.

“I”, de “interesse”: uma vez atraído, o público tem de permanecer atento ao que é comunicado. Assim, é necessário dotar o discurso de ainda mais significado para aquele grupo. Neste momento, desenvolver o tema, acrescentar informações relevantes, fazer perguntas retóricas que tenham uma recepção positiva por parte dos potenciais clientes, entre outras táticas, auxiliam a despertar o real interesse pelo assunto abordado.

“D”, de “desejo”: se interessado de fato pelo que se comunica, o grupo receptor passará a desejar o produto ou serviço ofertado. O desejo move o ser humano nos mais diversos sentidos, e isso é uma realidade também em termos comerciais. É preciso convencer as pessoas dos benefícios do que está sendo comercializado, de como isso trará prazer, satisfação, facilidade – sempre que possível, com o auxílio de recursos que atestem a credibilidade da marca (por meio de reviews ou depoimentos de clientes, por exemplo). Nos tempos em que vivemos, quem resiste à possibilidade de um dia a dia mais prático e feliz?

“A”, de “ação”: com a atenção, o interesse e o desejo dos potenciais clientes conquistados, parte-se para a última etapa do processo. A ação consiste no propósito maior, ou seja, em fechar negócio, preferencialmente com facilidades para o público, como de pagamento e pós-venda. Aqui, é importante fornecer o que se abordou até então, para que todas as partes envolvidas se sintam satisfeitas: o consumidor, com a entrega prometida e cumprida; o anunciante, com a realização de seu objetivo. Essa conversão, já alcançada, pode agora transformar-se em fidelização, num movimento contínuo de relacionamento com os clientes.

Quanto mais segurança o público tiver, em todas as fases do processo, maiores serão as chances de sucesso da marca. Por isso, é muito importante entender o público, a atuação da concorrência e todas as vantagens reais do produto ou serviço ofertado, enfatizando-as e enriquecendo a experiência de compra do consumidor. Entendeu o que é AIDA?